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Novos Horizontes

Da união de várias vertentes religiosas e culturais, fruto da misericórdia suprema, resultante da cooperação de inúmeras almas abnegadas dos 2 lados da vida, surgiu há 115 anos atrás, no plano material, a nossa amada Umbanda.

De maneira absolutamente inédita, a Umbanda não exalta nenhuma raça, não promete qualquer salvação ou facilidade nem organiza nenhum tipo de hierarquia institucional. Exemplarmente anunciada pelo Caboclo das 7 Encruzilhadas, ela é “apenas” a manifestação do espírito para a prática da caridade. Inserida num movimento planetário de abertura consciencial, a Umbanda resgata saberes antigos perdidos no passado ao mesmo tempo que integra miríades de espíritos contemporâneos mais atualizados com os hábitos culturais do mundo moderno.

Em constante movimento, a Umbanda mais do que oferecer respostas atualizadas às perguntas ancestrais da humanidade, ela atua como pronto socorro para os corações desesperançados, perdidos e despedaçados pelo materialismo egocêntrico e pela ilusão da felicidade aparente do imediatismo. Almas sofridas encarnadas e desencarnadas acorrem aos milhões às suas fileiras de trabalhadores incansáveis à procura do sustento do abraço forte do caboclo, da alegria simples e renovadora do sorriso do Erê, da palavra sábia e amorosa do preto velho, da verdade frontal e vitalidade essencial do Exu e Pombagira, do apoio e sabedoria de tantas outras linhas de trabalho que aos poucos foram integrando esta onda renovadora.

Hoje, sem deixar para trás a essência fundamental do nosso movimento baseada na humildade, simplicidade e serviço, novas oportunidades de trabalho e assistência aparecem no horizonte. A educação do espírito humano em novos conceitos de convivência interna e externa é o desafio que se apresenta. Já não é tão importante provar a existência do mundo além da matéria nem da sobrevivência do espírito, assim a mediunidade baseada no fenómeno paranormal deve dar lugar à integração da mente encarnada com a sua contra partida espiritual. O novo paradigma do ser integral, consciente e responsável pelo seu destino pessoal e coletivo é o marco a atingir durante este século. É esta a diretiva das forças supremas que caberá à Umbanda desenvolver nos seus adeptos e simpatizantes.

A integridade do ser consciente, responsável pelo equilíbrio do meio social e natural onde habita será a pedra sobre a qual a humanidade construirá a face renovada da sua história.

Apesar da escuridão que ainda marca a atualidade, torrentes de luzes vertem do mais alto cumprindo a promessa do Mestre Nazareno de estar presente até o final dos tempos. Através da hierarquia espiritual, desde os Orixás até o mais humilde servidor, o impulso renovador será intensificado a níveis inéditos no planeta. O tempo é chegado, a fruta madura da renovação espiritual está disponível para todos. Não há volta para trás, a espada de Ogum aponta para novos horizontes. O caminho é um só!!!

 

Caboclo das 7 Encruzilhadas

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